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quinta-feira, 1 de janeiro de 2026

A fusão Capricórnio - Câncer

Este artigo é apresentado em formato de entrevista



O Caminho de Capricórnio para

Integrar Câncer

Astrologicamente falando, a expressão espiritual da personalidade está escrita na relação que o signo solar mantém com seu signo oposto; quanto maior a integração de ambos, melhor será sua expressão.

Como essa integração deve ser realizada depende da Alma refletida nos significados do Signo Ascendente e de seu Regente Esotérico.

Portanto, depende não apenas dos significados do signo Ascendente e de seu regente esotérico, como também de um segundo signo chamado "o signo intermediário".

Nas palavras do Mestre Tibetano, os significados desse signo "marcam o período intermediário de relação, antes da culminação, entre o signo solar e seu oposto ou complementar".

No artigo de hoje, vamos focar nossa atenção no signo solar de Capricórnio, seu complementar em Câncer e intermediário em Escorpião.

Mas, David, antes de falar sobre a relaçãõ Capricórnio Escorpião que nos cabe hoje, você poderia comentar algo sobre o símbolo que expressa Capricórnio?

domingo, 23 de novembro de 2025

Leão, o intermediário de Escorpião



Leão, o intermediário de Escorpião

Falando em termos astrológicos, a expressão espiritual da personalidade está escrita na relação que o signo solar mantém com seu signo oposto ou complementar; quanto maior a integração entre ambos, melhor será sua expressão. O Sol é a luz e seu reflexo ou expressão material deve ser posicionado no planeta Terra, que se situa justo no signo oposto ao Sol.

Como essa integração deve ser realizada depende da Alma e de como as qualidades da Alma usarão os significados do signo ascendente e seu regente esotérico.

Nem tudo, porém, depende das qualidades da Alma e dos significados do signo Ascendente e seu regente esotérico, mas também de um segundo signo que poderíamos chamar de "o signo intermediário".¹

Os significados desse signo "marcam o período intermediário de relação, antes da culminação, entre o signo solar e seu oposto ou complementar." (Cap. sobre Câncer em Astrologia Esotérica de A. Bailey/DK).

sábado, 10 de dezembro de 2022

LEÃO - ESCORPIÃO ... AQUÁRIO (Sol - Marte)


Os 12 Sagrados

Se do Coração olharmos para as maravilhosas Luzes do Céu, as formas incríveis que o ser humano "viu" nas 12 constelações, podemos afirmar que os 12 são sagrados, são eles que fecham o círculo, que marcam o caminho para o sol, "o deus que ilumina a nossa terra".

Portanto, não é justo considerar que um signo é melhor que outro, não é honesto tomar a crítica negativa de um para favorecer o outro, esta é uma atitude egoísta, exercida por uma determinada consciência interessada em favorecer um em detrimento do outro. 

Considerando o exposto, também é verdade que cada signo tem suas próprias energias, significados ..., e é e será através dessas qualidades que a consciência experimentará sua permanência na Terra.

Neste novo artigo, vamos nos centrar em como duas dessas 12 energias se relacionam, Leão e Escorpião, duas qualidades muito vinculadas com o crescimento da autoconsciência no ser humano.

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

O regente esotérico de Escorpião





 
ESCORPIÃO

Na roda zodiacal, Escorpião marca o ponto cuja intensidade é experiência no plano físico, o lugar onde o conflito é vencido através da luta do guerreiro.

O escorpião é portador de veneno: desilusão, luta, “morte”, desapego, transformação são conceitos-chave para seus propósitos.

Em uma consciência pouco espiritual, o veneno é sintoma de autocontrole mal intencionado. Seu objetivo é alimentar sentimentos e ideias para subjugar o objeto desejado através da geração de apego e perturbação emocional-mental e física. Com esta atitude, a ilusão ou espelhismo estão servidos, o problema é que a destruição de referido engano comporta a renúncia ao desejo que o mesmo gera. “O peixe morde a própria cauda”.

Em Escorpião evoluído, o veneno é sintoma da grande capacidade que tem este signo de “matar” o desejo egoísta através da descoberta do poder da Alma: o surgimento de uma nova energia, que precipita a realidade de um novo caminho.

Escorpião nos ensina a Verdade através da experiência da mentira. Muitas vezes aquilo que é uma “verdade” se converte em uma fonte de conflitos, e é o poder de enfrentar isto que permite, ao sujeito espiritual de escorpião, a capacidade de dar um salto para o “desconhecido”. O lugar onde os valores materiais e intelectuais perdem poder, e onde os conflitos devem ser passados para o mundo subjetivo para, a partir dali, serem redirecionados pelos valores espirituais, e solucionados pela luz da intuição e a cada vez mais presente realidade da Alma.

Na qualidade do Escorpião aparece o significado do filho pródigo: o humilde retorno do filho que, pleno de “cicatrizes” (desenganos), anseia por recuperar a bondade do pai.

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Escorpião






Escorpião: a solução do conflito interno

O mantra espiritual de Escorpião é: “Guerreiro eu sou, e da batalha emerjo triunfante.”
A relação entre o Eu Superior e o eu inferior é muitas vezes representada como uma luta. Poderia ser representada também como uma dança, por exemplo, ou uma conversa, ou um trabalho conjunto. Mas a luta, realmente, simboliza bem certos aspectos dessa relação entre o superior e o inferior dentro de nós. E pode ser de grande valia refletir sobre isso.
O eu inferior, também chamado de personalidade, abrange o corpo físico, as emoções e a mente analítica. O Eu Superior, também chamado de alma, é a mente intuitiva, a sede dentro de nós da sabedoria, do amor, da vontade espiritual e de todas as demais qualidades superiores. Naturalmente, o eu inferior tem uma percepção bastante limitada e ilusória sobre si mesmo, os outros e o mundo. Na sua visão, todos os seres estão separados e ele é independente e isolado dos demais. Já o Eu Superior tem um percepção muito mais abrangente e exata sobre as coisas. Ele vê a interligação e interdependência em tudo e percebe a si mesmo como um com todos.
A partir de cada uma dessas duas visões, surgem objetivos de vida diferentes, com motivações e condutas correspondentes. O eu inferior vê o egoísmo como bem, enquanto o Eu Superior percebe que o bem é o altruísmo. Contudo, as duas visões (a mais estreita e a mais ampla) existem dentro nós. Ao longo dos dias e das semanas, nós costumamos oscilar entre um foco maior numa dessas visões e um foco maior na outra. Em certas situações, até conseguimos perceber o conflito dessas duas visões dentro de nós, cada uma delas procurando prevalecer naquele momento. E muitas vezes, ao enfrentarmos alguma decisão, ficamos divididos entre escolher o que parece bom para o eu inferior ou o que o Eu Superior percebe como melhor.
Toda essa situação é ainda mais complicada devido ao fato de que, em diversas circunstâncias, não sabemos com clareza qual alternativa está de acordo com os interesses do eu inferior e qual está de acordo com os do Eu Superior; vemos as alternativas, mas não discernimos o que está por trás delas. Frequentemente, as coisas não são o que parecem, e o egoísmo facilmente se disfarça de altruísmo — dentro de nós mesmos!
O local onde todo esse conflito interno pode ser resolvido é o campo mental. 
A mente analítica e a mente intuitiva devem aprender a se entender mutuamente e trabalhar juntas. A mente intuitiva deve esclarecer a mente analítica, e esta, por sua vez, deve então orientar as emoções e as ações de acordo com o esclarecimento obtido. Isso significa que a solução é a mente analítica buscar internamente a visão maior da mente intuitiva. Mas, além disso, depois de iluminada pela luz superior, a mente analítica deve lançar essa luz sobre as emoções e ações. É como se a mente analítica tivesse que explicar (pacientemente e quantas vezes for preciso) para a faceta emocional e o corpo físico aquilo que foi compreendido, para que eles possam se ajustar e participar adequadamente.
É assim que o indivíduo pode sacrificar alegremente os seus estreitos interesses egoístas em favor dos interesses maiores coletivos. É assim que o Eu Superior triunfa e o eu inferior se torna seu parceiro. Então, cada um deles desempenha o seu devido papel: o Eu Superior indica o propósito, os princípios e os valores da vida; e o eu inferior é quem deve fazer a aplicação prática e materializar tudo isso. Não há vitória sem união. A vitória do Eu Superior não se trata de derrotar o eu inferior, mas de conquistar a sua cooperação.


Ricardo Georgini; ricardogeorgini@yahoo.com.br

sábado, 6 de novembro de 2010

Escorpião: firmar-se e lutar

Martín Dieser
A reflexão acerca do significado interno, subjetivo do signo de Escorpião pode se  iluminar se levarmos em conta o papel dos dois signos anteriores, os quais, segundo a chave psicológica que vimos utilizando, ocupariam no desenvolvimento da consciência um “momento” sutilmente prévio.
Em Virgem, o ser imbuído na matéria toma contato com a alma, a luz interna que o atrai magneticamente e o impulsiona à discriminação em busca do essencial, atividade típica do signo. Por sua vez, Libra estabiliza o que foi indagado e abre as portas para a reversão do movimento evolutivo, outorgando silêncio e uma base oculta, “substância”, “ar”, a todo esforço posterior.
Em Escorpião tudo isso é posto à prova; é a energia que faz conhecer o “inferno”, que põe à luz do dia tudo o que impede e obstrui e, assim, obriga a tomar uma decisão, que não pode ser outra senão lutar e demonstrar que a alma prevalece. Luta-se para afirmar a consciência, o que se percebe como superior, e neste processo a alma se revela cada vez mais no plano físico.
Esta expansão do fio da consciência no plano físico é de grande utilidade na vida interna, porque o triunfo é enlaçado não à luta, mas à proximidade da alma. Através do esforço nos três mundos, só o que se alcança é gerar um vazio dinâmico, uma invocação para que a alma se faça presente e inunde com sua Presença o campo de batalha da consciência, trazendo por sua própria elevação a cessação do conflito.
Em tudo isto Marte, que é o regente esotérico do signo, exerce um papel ativo; como já dissemos antes, a colocação atual de Plutão (planeta do 1º Raio de Vontade ou Poder) como regente convencional pode responder ao que o comum da humanidade já está sensível, a determinado grau de Vontade Divina, algo nunca antes experimentado. Graças a Plutão expulsa-se todo o indesejável; é um planeta de morte e destruição, agente da necessidade por parte do ser superior de alcançar uma expressão mais plena em nível mental, emocional e físico.
Marte é um planeta do 6º Raio de Devoção e Idealismo e está muito vinculado ao plano emocional; por ser “não sagrado”, seu efeito se faz sentir na matéria e não na consciência. Marte ativa a natureza inferior, coloca-a bem à mão do ser, que poderá se esquivar da batalha (é sempre uma decisão própria), mas jamais da consciência do que deve ser submetido. Isto fala de uma interessante oportunidade para o progresso interno e maior irradiação externa. No entanto, estamos dispostos a pagar o preço, a lutar?
E nos leva à relação com Touro, o oposto complementar. Este signo é regido internamente por Vulcano, outro planeta de 1º Raio, mas ao ser sagrado seu efeito tem a ver com a extensão da vontade desde a Mônada para o menos elevado da alma, de onde se pode tomar contato. Não se triunfa somente com este desejo, mas também com Vontade, e a vontade demanda antes de tudo compreensão, abertura e visão, elementos brindados por Touro.
Curiosamente, Escorpião se vincula com ele através das sucessivas “derrotas”; a superação raramente é linear, caracteriza-se por ciclos e frequentes quedas, que obrigam a começar de novo, quando nos valemos da humildade aprendida em Virgem. Cabem aqui duas citações: em primeiro lugar, Vicente Beltrán Anglada dizia que “o iniciado é um guerreiro coberto de cicatrizes”, o que nos fala claramente da inevitável passagem pelo estado de consciência de Escorpião, em que a própria alma nos coloca em uma situação de exigência, a fim de que evoquemos o mais elevado e comprovemos, a nós próprios, a Inevitabilidade do triunfo do Plano.
Por outro lado temos a frase de Napoleão Bonaparte, que tinha Escorpião como Ascendente (marcando o caminho da sua alma), e que disse: “o importante não é vencer, mas nunca se dar por vencido”. Esta conexão interna que garante a imortalidade, o dinamismo, a perene presença da alma, a própria Vida, é a que, mediante Escorpião, é vertida na consciência diurna, dotando o discípulo de uma ferramenta muito importante para o avanço espiritual. A recordação da experiência em Escorpião, ou a vivência direta, se está no Sol ou no Ascendente, é o que, de maneira potente ou silenciosa, possibilita “inclinar a balança” em momentos críticos, com plena confiança no êxito, com uma autoridade muito peculiar que emana da experiência própria.
É necessário se lançar à batalha com todas as armas que se têm, toda a aspiração e toda a vontade, sem se esquecer de que a chave está no triunfo não da personalidade, mas da alma, que se revela a si mesma através do amor e da compreensão subjacentes a todo esforço.
De alguma maneira se poderia dizer que tudo o que façamos em um nível não será senão um meio para liberar o campo e abrir um vórtice que permita a rápida irrupção da alma, pondo subitamente fim à atividade nos três mundos através da união. Isto tem uma dimensão teórica, mas fundamentalmente uma dimensão prática e psicológica: superar a “luta” nascida da separatividade, a consciência fragmentada, e ganhar o céu por direito próprio, aproximando-se do próprio centro de sabedoria que amorosamente situa-se no centro do tempo no presente.
Trata-se de uma reunião com o mais elevado de nós mesmos, através do esforço na matéria; por isso O Tibetano diz que Marte rege os cinco sentidos; se lembrarmos que é regente do signo, compreenderemos como, através da atividade nos planos mundanos, se irá levando ao limite essa identificação, para depois se tomar consciência de que o que se acreditava correto é um obstáculo para uma percepção mais direta, e despedir com o 1º Raio proveniente de Plutão e Vulcano. Ali se produz uma transformação, processo que, como se sabe na astrologia convencional, é regido por Escorpião.
Em suma, é um signo que nos ensina não tanto a lutar, mas sim a estar absolutamente dispostos a fazê-lo; é a verdadeira Jihad islâmica, a luta interna contra o inferior dentro de si mesmo. Estar dispostos a pagar o preço, a renunciar ao conhecido, é o grande desafio que nos propõe este período, e a recompensa por “surgir vitorioso da batalha” (tal o lema esotérico) é o sincero desdobramento de uma energia de realização maior em todas as dimensões da consciência, da mais grosseira à mais elevada.

sábado, 23 de outubro de 2010

Escorpião: Triunfo inevitável

Ricardo Georgini


Escorpião é o signo dos desafios e provas, dos conflitos e lutas, e acima de tudo, do triunfo. A energia de Escorpião assegura e promove a vitória do bem — dentro de cada ser humano. Tais energias estarão intensamente ativas de 23 de outubro a 21 de novembro deste ano, encorajando-nos a enfrentar as lutas e provas necessárias para o bem triunfar em nós e através de nós.
Um dos principais dons de Escorpião é a coragem. A palavra “coragem” deriva de “coração”, e coração significa centro. Geralmente, associamos coração com sentimentos, emoções, paixões, sonhos, aspirações; e realmente, o mais comum é centrarmos nossas vidas nisso tudo. Mas o verdadeiro e mais profundo centro do nosso ser é outro. Está além de todas as nossas experiências físicas, emocionais e mentais. Tem a ver com valores e princípios, ou seja, com o amor, a sabedoria, a verdade, a beleza, a justiça, a alegria, etc. Ter coragem é ser capaz de permanecer no próprio centro ao enfrentar os desafios e lutas da vida; é apoiar-se em valores e princípios.
Costumamos dar um sentido excessivamente pessoal aos confrontos da vida. Vemos apenas as personalidades, e não aquilo que elas representam. Pensamos em termos de conflito entre pessoas, entre grupos, classes sociais, nações. Mas poderíamos perceber que, por trás disso tudo, há simplesmente um confronto de ideias, de valores e princípios. Assim, poderíamos manter os conflitos livres de toda a carga dos nossos afetos e desafetos, nossas paixões, ambições, medos, raiva, que apenas distorcem a questão e desviam a nossa atenção do que realmente está em jogo.
Todo conflito é, na verdade, uma oportunidade de interação, aprendizado mútuo, transformação e busca do bem maior. Não se trata de competição, de uns vencerem e outros perderem. Trata-se de os valores e princípios mais amplos e profundos prevalecerem. Quando isto acontece, todos vencem, mesmo aqueles que representavam os valores e princípios menores.
A vitória do bem sempre está garantida, desde que a verdadeira batalha seja travada. Ela acontece dentro de cada ser humano. A questão é permanecermos em nosso próprio centro, identificados com o bem maior, e não com os efêmeros e ilusórios benefícios ou malefícios pessoais.
Escorpião nos convida a submeter à prova as nossas teorias, crenças e ideais. Incentiva-nos a confrontar tudo isso com a realidade e aprender com a experiência. Habitualmente, supomos que já sabemos o que é o bem maior, já conhecemos e vivemos de acordo com os valores e princípios mais elevados. Mas, certamente, ainda temos muito a aprender e ainda podemos ampliar muito a nossa visão. A experiência nos conduzirá a isto, mas será preciso muita coragem e humildade para abandonar aquilo que não se provar útil.
Toda a humanidade é atualmente um grande campo de experimentações. As ideologias estão sendo postas em prova, as crenças (religiosas e científicas) estão sendo postas em prova. Antigas tradições, novas descobertas, teorias, experiências, hábitos — tudo está interagindo e se transformando mutuamente. Só podemos esperar um resultado: um ser humano melhor e um mundo melhor. Ele virá inevitavelmente, mas pode ser logo ou num futuro distante, dependendo da medida da nossa coragem.
Toda confronto sempre conduz ao triunfo do bem. Se o bem não triunfou, então a batalha ainda não terminou. Coragem!
Ricardo A. Georgini
ricardogeorgini@yahoo.com.br