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Os 3 níveis do horóscopo

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domingo, 23 de novembro de 2025

Leão, o intermediário de Escorpião



Leão, o intermediário de Escorpião

Falando em termos astrológicos, a expressão espiritual da personalidade está escrita na relação que o signo solar mantém com seu signo oposto ou complementar; quanto maior a integração entre ambos, melhor será sua expressão. O Sol é a luz e seu reflexo ou expressão material deve ser posicionado no planeta Terra, que se situa justo no signo oposto ao Sol.

Como essa integração deve ser realizada depende da Alma e de como as qualidades da Alma usarão os significados do signo ascendente e seu regente esotérico.

Nem tudo, porém, depende das qualidades da Alma e dos significados do signo Ascendente e seu regente esotérico, mas também de um segundo signo que poderíamos chamar de "o signo intermediário".¹

Os significados desse signo "marcam o período intermediário de relação, antes da culminação, entre o signo solar e seu oposto ou complementar." (Cap. sobre Câncer em Astrologia Esotérica de A. Bailey/DK).

quarta-feira, 10 de setembro de 2025

Urano em Gêmeos


Urano

através de Gêmeos

Urano, o pai dos planetas, entrou em Gêmeos, o signo que manifesta a dualidade.

Introdução:

Neste artigo vamos refletir sobre dois pontos:

  • Significados psicológicos (da Alma) da relação Urano-Gêmeos.

  • Como esse trânsito afetará os Estados Unidos da América, já que seu horóscopo nacional se mostra extremamente sensível a esse evento astrológico.

quinta-feira, 21 de setembro de 2023

Gêmeos < Libra ... Sagitário ( Mercúrio, Vênus, Urano)




"Geminis caminha para Libra e a balança relaciona os gêmeos em Geminis"

AE por A.Bailey/M.Tibetano – Cap. Câncer


No artigo que nos ocupa hoje vamos desenvolver os diferentes significados dessa frase para delinear suas possíveis aplicações pois, como sabemos, a interpretação de um horóscopo, (de um signo, planeta, aspecto ou casa), depende em grande medida do tipo de consciência que seu dono possui. 

De um ponto de vista universal, Gêmeos é o significado da relação mantida pelos irmãos "Castor e Pólux", sendo Pólux no Olimpo com Zeus, a alma imortal que luta pela imortalidade de seu irmão Castor, que é a personalidade mortal condenada ao Hades. 

A consciência em Pólux, (de natureza curativa e altruísta), sempre luta ou se sacrifica para que o desejo pessoal em Castor, (de natureza materialista, egoísta), seja purificado e "elevado ao céu".

sexta-feira, 24 de maio de 2013

O regente esotérico de GÉMINIS






       Astrologia Esoterica

Em cada signo nos é mostrado um tipo de energia determinada e através dos seus planetas regentes a consciência do Homem deve manejar e dirigir referido “poder” para experimentar e evoluir.

A consciência em uma determinada vida pode estar polarizada nas emoções ou talvez na mente, ou talvez em uma personalidade, mas integrada onde a mente e as emoções expressam certa unidade. Nestes casos o signo solar e seu regente exotérico são os “donos” da carta, acompanhados sempre das características lunares, posto que estas oferecem a forma expressiva para a consciência solar, a lua é um reflexo do sol.

No entanto, quando as experiências mundanas não dão plenitude ao Coração de um ser humano, este volta o olhar para o seu interior e procura percorrer o Caminho para seu princípio original ou realidade vital.

Quando este passo é dado, devemos pensar que o signo do Ascendente nos mostra a qualidade energética que nos ajudará a percorrer referido Caminho. Aqui a constelação solar passa a ser um reflexo do signo ascendente.





Géminis 

Géminis é o signo da inter-relação de dualidades e neste sentido é a energia Crística por excelência, já que a Alma ou princípio Crístico, com sua qualidade de Amor e Sabedoria, mostra, em todos os níveis da criação, como devem ser relacionadas e fusionadas a dualidade Matéria e Espírito.

Este princípio, chamado também de II Raio, se relaciona com o Espírito através do Amor e com a Matéria através da Sabiduria.

segunda-feira, 11 de junho de 2012

Gêmeos: dois em um


                                                                            Gêmeos: dois em um


O mantra espiritual de Gêmeos é: 

“Reconheço o meu outro eu e, no minguar deste, eu cresço e brilho.”

Gêmeos é o signo das dualidades, e para o ser humano a principal dualidade é entre o seu pequeno eu e o Eu Superior. O pequeno eu é o que normalmente conhecemos como a nossa personalidade; abrange a mente, a natureza emocional e o corpo físico. O Eu Superior é a nossa alma: a essência espiritual em nosso íntimo, o puro ser, pura consciência.

O pequeno eu é o veículo ou instrumento do Eu Superior para o desenvolvimento da consciência. É através das experiências no mundo material que a consciência superior vai gradualmente despertando, se desenvolvendo e se consolidando. E chega finalmente um ponto em que essa consciência superior pode conhecer o pequeno eu pelo que ele é. Então o indivíduo percebe e vivencia a sua personalidade como apenas uma parte do seu ser, e não mais o todo. Ele sabe que é mais do que a sua própria personalidade.

O mantra de Gêmeos fala sobre essa possibilidade de o Eu Superior reconhecer o outro eu. Nesse reconhecimento a partir do mais elevado que há em nós, existe sempre uma atitude de aceitação, compreensão, boa vontade consigo mesmo. Há uma grande diferença entre a personalidade perceber a si mesma, com suas limitações e imperfeições, e a alma perceber a sua personalidade, com as limitações e imperfeições dela. No primeiro caso, é comum o surgimento de insatisfação, frustração, culpa, luta, etc. No segundo caso, essas distrações estão ausentes, e existe simplesmente a compreensão do trabalho de aperfeiçoamento que ainda precisa ser feito.

A energia de Gêmeos estimula o aperfeiçoamento de todos os tipos de relações, inclusive a relação interna entre esses dois eus em nós. Quando o mantra fala sobre o pequeno eu minguar, não se refere a um enfraquecimento e empobrecimento da personalidade. Trata-se apenas de a personalidade passar para o segundo plano, para que a alma possa vir para o primeiro plano. A personalidade é o agente da alma em meio ao mundo, e deve ser um instrumento forte, hábil e luminoso. Tudo o que é preciso é que esse instrumento se mantenha sempre a serviço da alma, e não de interesses egoístas e egocêntricos.

Entretanto, muitas vezes, na vida humana, não sobra espaço para a alma aparecer e atuar através de seu instrumento, porque a própria personalidade sobressai o tempo todo. O pequeno eu se mantém ocupado consigo, interessado em si, buscando apenas seus próprios objetivos, falando de si mesmo, procurando se afirmar e se destacar. A personalidade esquece que é apenas um instrumento... Já o Eu Superior, ao contrário, sabe que é um com o Todo, e a sua vida é puro amor e consagração ao bem comum. Quando a alma está se expressando através da personalidade, o indivíduo não fica falando de si mesmo, mas fala de ideias; não vive para si mesmo, vive por ideias, pela verdade, pela justiça, pela liberdade...

Dessa maneira, tais ideias espirituais podem crescer e brilhar através da personalidade. E esse é o grandioso papel que o pequeno eu tem a desempenhar. Quando a personalidade pretende ser importante por si mesma, existe apenas ilusão e distorção; mas quando a personalidade se permite ser grande por servir algo maior, aí ela encontra a verdadeira e plena autorrealização.

Ricardo Georgini
ricardogeorgini@yahoo.com.br

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Gêmeos, o amor por trás da dualidade


Martín Dieser


A visão esotérica do signo de Gêmeos se encontra intimamente ligada à consciência humana tal como nos é mais familiar, ou seja, baseada na mente e com a presença da dualidade. Em um sentido sutil, é graças às energias vertidas por este signo que se poderá experimentar este divino conflito, essa fragmentação interna que se suscita quando se interage com algo que se crê alheio ao eu, mas que por esse mesmo carma deverá irresolutamente se integrar no coração, desde que se queira alcançar a plenitude.

A experimentação do não-eu é fundamental na evolução da mente humana, e Gêmeos preside esse processo de interação, de relacionamento entre a forma e aquilo que está mais além da forma. É o grande agente vinculador que põe em contato ambas as dimensões, e aí reside um dos motivos pelos quais sua energia é denominada a dos mensageiros; ali também poderia se encontrar uma especial vinculação do Mestre Tibetano com esta constelação (não o signo), e inclusive talvez na dinâmica de eu, não-eu e amor unificador, base esotérica do movimento de triângulos impulsionado pelo próprio Mestre.

Para conhecer um não-eu é necessário perceber algum tipo de realidade externa à própria consciência atual, e é aí onde operam as energias de Sagitário, que são complementares às geminianas, posto que dirigem e enfocam a consciência para uma qualidade determinada, a qual se percebe como alheia ao eu. Desde o momento em que se lança a flecha começa a viagem para a meta, e aí Gêmeos rege especialmente. Isto tem um reflexo exotérico: na astrologia convencional ambos os signos regem as viagens, entendidas em tal caso como físicas.

Gêmeos é uma energia muito importante para a humanidade, porque é eminentemente a energia do amor, da paz resultante e da consequente superação dos conflitos. Através de seu acionar é que tudo aquilo que se capta como alheio ao eu é incorporado à consciência, inclusive no sentido interno, e nesse processo reside a chave da unificação das qualidades que subjazem em todo o manifestado.

A dualidade, em um sentido oculto, não é mais que a ausência de unidade consciente, e desde o momento em que nomeamos a consciência estamos falando do amor. A dualidade somente cessa de nos agitar quando abrimos nosso coração à forma, quando compreendemos que tudo no universo tem um sentido e que estaremos incompletos até que nos integremos conscientemente a ele. Nossa presença se tornará mais vívida à medida que possamos compreender, através da mente e do coração, todo aspecto da vida com o qual tenhamos interação como um sentido em si mesmo, como uma parte dessa grande meditação que é o Plano divino, e que como tal merece um profundo respeito em todas as suas manifestações.

O mistério de Gêmeos está oculto na compaixão, e daí que seu raio, o 2º de Amor-Sabedoria, o vincule a Peixes e Virgem, os dois signos por excelência desta qualidade. O estado de consciência que esgota a dualidade é o que se encontra mais além dos pares de opostos, ou talvez poderíamos dizer por trás, como a sublimação da compreensão de todo o existente no círculo não se passa da consciência pessoal, que cada vez mais vai abarcando esferas mais amplas, à medida que se avança no Caminho espiritual.

Neste sentido, o amor nos leva a outro ponto muito importante relacionado com este signo, e é o tema do carma: dizer relação é dizer tempo e, como sabemos, o tempo é a matriz do carma, o conjunto de energias imperfeitas que têm de se sintetizar na consciência do ser para alcançar a liberação nos planos físico, emocional e mental.

Desde o momento em que nos encontramos frente a uma interação, a uma expressão de energia no tempo, a um não-eu, surge uma profunda responsabilidade para com esse aspecto não integrado do eu, em certa maneira uma relação cármica que está presente na consciência como algo diferenciado. E é aqui onde se esquece o aspecto central de Gêmeos que é o amor.

O amor é o grande liberador do carma, porque pode existir dualidade, mas quando se compreende a origem dela e o seu sentido profundo alcança-se a consciência de síntese, nem que seja por um instante, e na plenitude não há espaço para tempo algum (e portanto, para o carma, tal como nos afeta).

No entanto, em geral a falta de compaixão e de respeito nos leva a depreciar as qualidades que nos rodeiam: a mente se fragmenta buscando caminhos longínquos, conversas mais interessantes, pessoas mais profundas, etc., distraindo o Pensador e afastando-o do aqui e agora, que é onde cada vez mais encontrará respostas a todas as suas interrogações. Implica na busca do sentido de cada processo, mas também de cada situação, ato, palavra, emoção e pensamento que nos rodeia, com profunda compreensão da importância que têm porque é o que o carma nos deparou no presente; tal é a dualidade de Gêmeos e a grande oportunidade que nos brinda.

Se, ao contrário, permanecemos com a mente e o coração cegos aos significados, a interação não se aprofundará, precisamente por nossa falta de compaixão, e sofreremos reiteradamente por nossa superficialidade, que se converterá assim em uma geradora de desarmonias.

Pode-se então apreciar a importância do amor na vida espiritual, onde ocupa um lugar destacado no plano búdico, simbolicamente representado pelo ar. Precisamente ali pode se encontrar um triângulo de energia entre Gêmeos, Aquário e Libra, produzindo respectivamente relação grupal, um ponto de síntese amorosa e a consciência grupal resultante.

Em conclusão, a energia de Gêmeos está presente em cada fragmento de nossa consciência e em cada triunfo da compreensão sobre a forma, e representa uma influência muito importante na vida espiritual. O período cíclico em que nos encontramos sob sua regência pode ser especialmente propício para meditar e pôr em prática os profundos significados que contém.

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Gêmeos: Um Universo de Relações

Ricardo Georgini


As ideias centrais no signo de Gêmeos são: dualidade e relação. Toda a existência é feita de dualidades, tais como: bem e mal, atração e repulsão, eu e o outro. A influência de Gêmeos nos estimula a perceber claramente as dualidades presentes em nossa experiência; mas, além disso, estimula-nos também a unir as duas partes destas dualidades em uma relação harmoniosa.

A primeira dualidade é a de espírito e matéria. Também podemos chamar de energia e substância, vida e forma, sujeito e objeto. Esta dualidade fundamental origina todas as demais. No ser humano, a dualidade se expressa subjetivamente como alma e corpo, e objetivamente como eu e o outro. Depois vêm todas as outras dualidades da experiência humana: amor e ódio, prazer e dor, masculino e feminino, etc.

Mas, para além de toda dualidade, permanece sempre a unidade essencial de todos os seres. Os dois lados da moeda são apenas facetas de um mesmo objeto. Esta unidade só pode ser experimentada subjetivamente, nos níveis mais profundos de consciência. No mundo concreto e externo, reina sempre a dualidade, os contrastes, a diversidade.

Contudo, a unidade essencial interna pode e deve ser refletida no mundo externo das aparências. Isto é feito através das relações. As relações harmoniosas refletem externamente a unidade que há internamente. Esse é o sentido mais profundo do amor: a consciência da unidade essencial. O amor é a energia da nossa essência una, que quando flui através da teia das relações, reconcilia todas as aparentes separações.

A experiência humana é marcada por um ilusório senso de isolamento, separação e independência. Muitas vezes, a vida até nos confronta com as dualidades e diversidades, mas não damos o passo adiante para relacionar e unir. A energia de Gêmeos nos incita a dar este passo, abandonando o desconhecimento, a indiferença, os preconceitos, etc.

E são muitas as relações a estabelecer e aperfeiçoar, dentro e fora de nós. Há a relação entre alma e personalidade, ou entre a nossa essência espiritual e a nossa identidade pessoal material; entre mente e corpo; entre razão e sensibilidade ou cabeça e coração. Há as relações com os vários familiares, com os amigos, os colegas de estudo e de trabalho. E como está a nossa relação com o dinheiro, a política, o planeta, o sofrimento mundial?

É primordial estabelecer relações, pois elas são o campo para o cultivo e a expressão do senso de unidade interna. Mas, quando encaramos as relações a partir de um nível emocional e mental raso, fica sempre presente a separação entre eu e o outro — e o eu se sente incompleto, carente, dependente, apegado. Mas quando as relações são trazidas a um nível mais profundo de consciência, experimentamos aí a unidade essencial, com um natural senso de preenchimento e liberdade.

O mês de Gêmeos, este ano, começa em 21 de maio e se estende até 20 de junho. Durante este período, a intensa circulação de energias geminianas em nosso planeta nos inspira a estar atentos às nossas várias relações, procurando aperfeiçoá-las e aprofundá-las, para que expressem melhor a beleza, harmonia e unidade de toda a vida.